Casa, comida e carinho


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A adoção de animais torna-se prática frequente nas grandes cidades. Quer adotar um bichinho? Saiba como

Xaninho, Lulu, Totó. Assim são popularmente “batizados” gatos e cachorros avistados pela rua desde a nossa infância. Não é raro ver a cena de um pai apontando um cão para o filho e dizer: “Olha o Totó”. O encanto se acaba quando, já adultos, a realidade nos mostra que muitos Xaninhos e Totós são animais de rua, na maioria das vezes abandonados pelos seus donos.

Nessa hora, projetos e ONGs tentam reverter – ou minimizar – a situação. A Toca dos Gatinhos é uma delas. Atuantes há quatro anos na região central de São Paulo, com um saldo positivo de 500 bichanos adotados nesse período, o grupo de voluntários recolhe, castra, vacina e encaminha para novos “pais”, felinos sem lar encontrados pelas históricas vielas do centro da cidade.

Para Alberto Viana, coordenador da iniciativa, o problema maior é a desinformação. “A causa para tantos gatos abandonados é a falta de castração. Há vários veterinários que fazem isso a preços acessíveis, a R$ 50,00, por exemplo”. Em seu apartamento, 30 felinos, de cores e pelugem variadas, esperam uma moradia definitiva.

Quem também mostra serviço é o Natureza em Forma. Com 3000 castrações executadas desde 2001 e com uma média de 150 animais doados por mês, o projeto tem sede em um imponente casarão datado de 1905, um dos poucos remanescentes da Avenida Paulista. Ali, de quarta a domingo, gatos e cachorros são visitados por curiosos e interessados em levar um amiguinho para a casa. Pela característica da região, dominada por edifícios, gatos têm a preferência, passando a perna na cachorrada.

Nos últimos anos, com uma população mais informada e consciente, o número de adoções tem aumentado. Mas o abandono ainda prevalece. “Perto das férias ninguém adota e o abandono continua sendo grande, geralmente por motivo de viagem”, diz Andrea Podolski, coordenadora à frente do Bicho do Parque, projeto que, além de servir como caminho para doação, também mantém ativamente o cuidado com o gato feral – felinos que moram em parques e praças da cidade, mas por trauma ou abandono, evitam o contato humano.

Rejeição

Espécies mais velhas e de cores não tão chamativas vão para o final da fila na hora de escolher o novo morador. Podolski salienta que “os animais adultos são sistematicamente rejeitados. Para os cães é pior: todos querem sempre filhotes ‘de raça’ e porte pequeno”. Segundo ela, a situação ainda se complica para os sem raça e os de porte médio a grande. Quanto aos gatos, os pretos ainda são perseguidos por conta de sua pelagem.

Albert, da Toca, contabiliza que 1/3 dos bichanos que tem para adoção são da cor enjeitada. Tudo por causa da superstição que as pessoas ainda credenciam à espécie.
“Esses preconceitos, quando demonstrados, compreendidos e eliminados através de conscientização, são também um fator que pode ajudar o ser humano a compreender as suas próprias dificuldades de se relacionar com o mundo como um todo”, ensina Podolski.

Benefícios

Foto: Arquivo Pessoal

Thunder (à direita) é um dos quatro gatos adotados pela dona de casa Renata Bastos

De imediato, o novo morador pode ser companhia para quem mora sozinho ou até se tornar amiguinho de um outro bicho que já exista na residência. Mas ele pode acrescentar muito mais. Renato Bacci, voluntário do Natureza em Forma, acredita que são os animais que protegem o seu dono. “Na verdade, eles são os protetores. São os únicos que irão te tratar bem e com amor pelo resto de sua vida em qualquer hora ou situação”. Especificamente no caso dos gatos, Podolski relata que eles ensinam “o respeito às diferenças e individualidades. É um companheiro que pode muitas vezes ajudar a pessoa a superar uma perda, uma depressão, como já tivemos diversos relatos”.

Que adotar? Atente-se:

– A relação é de longo prazo. Gatos e cachorros bem cuidados vivem de 15 a 20 anos
– Não se esqueça de reservar uma grana mensal para rações, areia (no caso dos felinos), além de visitar periódicas ao veterinário
– Se mora em apartamento e quer ter um bichano, é preciso telar as janelas do imóvel. Algumas instituições costumar checar o local para liberar a adoção
– O adotante precisa ser maior de 21 anos. Além disso, é preciso preencher um questionário e passar por uma entrevista
– É tolerante o suficiente para educar o seu bicho? No começo ele pode fazer xixi fora do lugar até que você o ensine. Sofás arranhados, tênis arrastados, pelos pela casa…
Você terá que lidar com isso
– Assim como um filho, os animais necessitam de atenção, tempo e carinho. Em compensação, eles costumar retribuir tudo isso com afeto e companheirismo.

Eu adotei!

“Através de uma colega de trabalho, conheci uma ONG que adota animais, até porque adoro qualquer raça e cor. Minha intenção era adotar somente uma fêmea e de porte pequeno para que pudesse dormir comigo na cama, mas quando a veterinária me levou até o canil conheci duas moçinhas irmãs “vira-latas” que choravam e pediam carinho a todo instante.
Na hora me identifiquei e conclui: vou levar as duas comigo. Isso foi numa 2ª feira e no sábado já estava buscando-as. Quando as soltei no quintal, pareciam duas “ovelinhas”, pois adoraram a sensação da terra, grama, espaço. Minha vida só tem melhorado na companhia de minhas filhas e de minha nova residência e acredito que a vida delas também mudou da água para o vinho”.

Fernanda Trindade, publicitária, “mãe” de Brigitte e Bardot

“Achei o Thunder no boletim do Adote um Gatinho. Sabia que aquele gatinho magricelo deveria seu meu. Era adulto, assustado e totalmente cego, peguei-o no colo e disse que só o devolveria caso ele sofresse com a adaptação, pois já tinha outros dois gatos em casa. Hoje em dia ele é meu gato mais esperto, arteiro e amoroso… uma lição de vida diária, não há nada que ele não consiga fazer tão bem ou melhor que um gato “normal”. Junto com o Bruce, a Bibi e o Logan, são a alegria de minha família. Tenho certeza de que meus filhos serão cidadãos melhores tendo essa consciência, convivendo e respeitando os animais, conhecendo suas necessidades e praticando a posse responsável sempre”.

Thunder divide com Bruce, Bibi e Logan o carinho da dona de casa Renata Bastos

Foto: Arquivo Pessoal


Sabrina Menis e sua gatinha Amelie


“Tudo começou quando meu marido salvou uma gatinha no meio de uma avenida movimentada de SP, há dois anos. Depois de entregá-la ao veterinário para observação, ficamos com uma vontade incontrolável de adotá-la. Fizemos. Meses depois, decidimos que a Amelie precisava de companhia e procuramos um abrigo de animais, o Patas Amigas. Lá nos apaixonamos pelo Indy e hoje os dois são irmãozinhos e se dão super bem. Eles adoram beber água da torneira, dormir com a gente e têm um jeito muito fofo de pedir as coisas, com miadinhos diferentes. É minha primeira experiência com gatos e estou amando!”.
Sabrina Menis, assistente de comunicação, adotou Amelie e Indie

“Em casa somos em 8: Uma siamesa e 7 vira-latas. De início adotamos a Lakshimi, uma gata colorida, que já tem uns 7 anos. Depois veio o Life, o único cão da casa. Na sequência a Elga Maria e o Bred Pitt Augusto, meu gato amarelo. Por último a Hippie, que morava no Parque do Ibirapuera. Adotei de uma ONG que resgata felinos de parques da cidade de SP. Com ela foi paixão a primeira vista. Fui conhecer um gato ‘persa’, mas eu e Hyppie nos apaixonamos. A adoção é uma paixão incontrolável, afinal não escolhemos um animal, ele nos escolhe! Eu fui escolhida pela Hippie Cappuccino”.
Tatiana Carboni, jornalista, cria um cão e cinco gatos

Onde adotar


Natureza em Forma
Centro de Adoção de Cães e Gatos
Avenida Paulista, 1919 – de quarta a domingo, das 11h às 20h30.
http://www.naturezaemforma.com/
contato@naturezaemforma.com

Toca dos Gatinhos
Feirinha de Adoção
Rua São Miguel, 14 – esquina com a Frei Caneca, 821 – Somente aos sábados, das 14h30 às 18h
http://www.toca.gatinhos.nom.br/
tocadosgatinhos@uol.com.br

Projeto Bicho no Parque
contato: contato@bichonoparque.com.br
adoção: adocao@bichonoparque.com.br

Fonte: Guia da Semana


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