Criador de página para adotar beagle não esperava milhares de ‘curtidas’


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Página já tinha mais de 180 mil 'curtidas' por volta das 16h20 (Foto: Reprodução)

Página já tinha mais de 180 mil ‘curtidas’ por volta das 16h20

A página “Adote um animal resgatado do Instituto Royal”, foi criada no Facebook às 4h desta sexta-feira (18) e por volta das 14h20 já tinha mais de 180 mil “curtidas” (seguidores online). O endereço foi criado pelo consultor de mobilidade urbana Daniel Guth, de 29 anos, após ativistas terem levado 178 cães beagle de um laboratório da Royal, em São Roque, nesta madrugada. Ele é ativista de defesa dos animais e mora na cidade de São Paulo, de onde criou a página.

Apesar de o nome da página ser sobre a adoção dos beagles, contudo, o Guth disse que o intuito da criação não é promover de imediato a adoção dos beagles, mas sim aproveitar o caso para promover o debate sobre o uso de animais para pesquisas em laboratório, diz Guth. “Ainda não é o momento de adoção. Eles ainda têm que passar por triagem, castração. (…). Mas é um mecanismo para gerar debate sobre o que é essa história de levar os animais para pesquisas em laboratórios”, afirmou.

Guth disse que página serve para debate sobre utilização de animais em pesquisas de laboratório (Foto: Gabriela Gasparin/G1)
Página serve para debate sobre uso de animais
em pesquisas de laboratório, avalia Guth
(Foto: Gabriela Gasparin/G1)

Apesar de não ter ido a São Roque nesta madrugada, Guth é ativista de defesa dos animais e viu alguns cães que foram levados. “Os beagles que a gente viu (…), alguns estavam com furos na orelha, outros com as patas de trás contraídas”, afirmou.

Ele disse acreditar que o ocorrido nesta madrugada em São Roque “vai ficar para a história”. “Vai ser antes dos beagles e depois dos beagles”, disse.

Questionado sobre a repercussão atingida pela página, ele disse que não imaginava tantas ‘curtidas’. “Eu não imaginava (…). Eu criei a página às 4h (…). Cochilei uma hora e 15 minutos e quando acordei falei ‘olha só o que aconteceu”, afirmou.

Divulgação de como ajudar
Guth afirmou que o espaço no Facebook tem sido importante para trocar informações sobre como ajudar as organizações de defesa dos animais. “Agora pouco acabei de postar uma lista de remédios que podem ser comprados”, disse. Ele também disse que as pessoas interessadas em ajudar na causa podem comprar rações e entregar em ONGs.

Para ele, a quantidade de “curtidas” na página mostra o quanto pessoas estão se identificando com “todo esse processo de absoluta injustiça e total ausência de humanidade.”

Na opinião dele, a quantidade de pessoas que estão acompanhando a página mostra como muitas pessoas que não foram até São Roque “querem, de alguma forma, ser participativas no processo.”

Ativistas levaram cães
Dezenas de ativistas derrubaram um portão e invadiram, por volta das 2h desta sexta-feira, o laboratório do Instituto Royal, que fica a 59 km de São Paulo. Eles levaram em carros próprios 178 cães que estavam no complexo, motivados pelas suspeitas de que os bichos sofriam maus-tratos no local, e registraram boletim de ocorrência. Um segundo boletim, por furto qualificado, foi feito contra os ativistas, com base no relato dos policiais que acompanharam a manifestação e a invasão no instituto.

Em 2012, após receber uma denúncia contra o instituto, o Ministério Público de São Roque abriu uma investigação, ainda não concluída. “Foram feitas duas visitas. Uma delas por uma veterinária de uma organização internacional. Na época, nenhuma irregularidade foi encontrada”, disse o promotor Wilson Velasco Júnior. De acordo com ele, as pesquisas eram de empresas de cosméticos, mas a lei permite que os clientes do laboratório sejam mantidos em sigilo. Ele disse ainda que a prática de vivissecção – a dissecação de animais vivos para estudos – é autorizada.


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