Diferentes, caros, mas cheios de graça


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Muitas pessoas optam por comprar um animal de estimação de raça pouco comum pela cidade. Para um casal de maringaenses, o hobbie virou um negócio lucratico

Ricardo Lopes

Tatiana, com os samoiedas, e Thaís, com Syrah: animais vieram de São Paulo e Brasília, respectivamente

Nem pincher, nem poodle. Muito menos yorkshire. Na hora de comprar um cachorro de estimação, algumas pessoas optam por raças pouco comuns por estas bandas. Quem vê de fora pode achar que se trata de um pretenso interesse por exclusividade, mas o motivo é outro. Em geral, o amor à primeira vista se encarrega de tudo. Nem mesmo o custo que o animal gera no fim do mês é motivo para desistir da raça.

Um exemplo é o casal formado pelo piloto de avião, Carlos Rogério Simões, 33 anos, e pela jornalista Tatiana Finatto, 31 anos, que, há cinco anos, apaixonaram-se pelos samoiedas. Toda a história começou com a procura de uma raça que fizesse jus ao slogan mais conhecido dos caninos: o de melhor amigo do homem.

Como ele viaja muito, de um lugar para o outro, ela começou a pesquisar sobre cães na internet. Foi quando descobriu a raça, cuja beleza, ornada por uma pelagem branca, salta aos olhos de qualquer um. Naturais da Sibéria, o animal é conhecido pela docilidade. Dizem até que serviam de cobertor vivo para as crianças em tempos de nevasca naquela região.

Quando decidiram comprar, Simões e Tatiana esbarraram na dificuldade de encontrar um criador. Foi pela internet que localizaram um no interior de São Paulo. Assim, Qunna, então com 50 dias de idade, ganhou um novo lar. A empatia foi imediata, que o casal comprou outros seis. Hoje, além de Qunna, eles têm Lynn, Maya, Orla’s, Oryon, Syryus e a caçula Akylla, com quatro meses, importada do Canadá.

Com toda a trupe samoieda, eles se tornaram criadores. “Já vendemos mais de 50 animais pelo Brasil afora”, conta Simões. “Recentemente, as regiões Norte e Nordeste foram as que mais compraram filhotes da gente”, acrescenta. Quando alguém pergunta a Tatiana se os cachorros não passam calor demais nos trópicos, ela diz que não. “Eles se adaptam muito facilmente.”

E o custo para sustentar essa matilha? “Mais ou menos R$ 1.500 por mês”, responde Simões. Pode parecer bastante, mas, como o casal vende os filhotes, despesa e receita se neutralizam – cada cãozinho custa entre R$ 2.500 e R$ 4 mil. “Tudo começou com um hobbie e virou um negócio”, diz Tatiana, que dedica todo o tempo a cuidar dos sete samoiedas. “Eles já até apareceram em canais de televisão.”

Afeganistão

A vendedora Thaís Vono, 22 anos, entrou há 20 dias para o rol de donos de cachorros de raças pouco comuns em Maringá. Ela é dona de Syrah, uma afghan hound, cuja terra natal é a da pintora Jahan Ara Rafi – o Afeganistão. Ela conheceu a raça em São Paulo há três anos e, depois disso, começou a busca por um criador. Igual ao casal dos samoeidas, ela só achou pela internet. Mais especificamente em Brasília.

Nesses 20 dias, Syrah aprontou bastante. “Ela já fez xixi na minha cama, comeu sapatos e quebrou os óculos do meu irmão”, conta. “Tudo para chamar a atenção.” Thaís acrescenta que, apesar de os cachorros dessa raça serem um pouco esnobes e não terem muita disposição para obedecer a ordens, não gostam de ficar sozinhos. Por isso, durante as 10 horas que passa fora de casa por conta do trabalho, ela deixa a cachorra com a mãe.

A dona calcula que gastará aproximadamente R$ 75 com ração e R$ 150 com pet shop a cada trinta dias – a vaidade da dona se expressa até no colar de pérolas que enfeita o pescoço de Syrah. “Algumas pessoas dizem que tanto gasto é exagero, mas quem gosta não fica preocupado com isso”, afirma.

Braddock

Braddock é o nome de um bulldog inglês que é o xodó do comerciante Fábio José Rocha, 35 anos. A raça e o nome podem fazer muitos creem que se trata de um animal agressivo, mas o dono rebate logo qualquer comentário nesse sentido: “além de extremamente dócil, é um cachorro que fica carente com facilidade”. A prova de que o cão é calmo à beça está em um dos hábitos preferidos: dormir boa parte do dia e da noite.

Rocha comprou Braddock há três anos em Floresta, na região de Maringá. De lá para cá, descobriu porque a raça não é muito vista pelas ruas. Além de custar cerca de R$ 2.500 e responder por outros R$ 200 mensais com ração e pet shop, o cachorro precisa de cuidados especiais. O dono deve estar sempre atento à limpeza da pele do animal, porque as rugas propiciam o acúmulo de fungos ou bactérias que podem gerar infecção – a dermatite.

Além disso, o peso necessita ser controlado. Como é uma raça com predisposição a engordar, o dono tem de controlar a quantidade de ração e levar o cão para passear com frequência. “A recomendação é a de que os passeios sejam bem de manhã ou no fim da tarde, porque é um cachorro que sente muito calor”, explica Rocha. Braddock está um pouco acima do peso, aliás. Era para pesar 28 quilos, mas já está nos 32 quilos.

Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br


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