Famílias recebem animais como filhos


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A cada dia, prática de oferecer a um cão ou gato o conforto de um ente familiar está mais disseminada, implicando em ‘posse responsável’ sobre ‘queridinhos’

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Foto: ERALDO TAVARES

Mais que amigos, muitos animais de estimação passaram a ser considerados pelo homem como um membro da família. São normalmente cães e gatos sendo tratados como filhos. A eles, cuidados especiais com nutrição, higienização e lazer, além de uma diversidade de “mimos”, como ursinhos, bolinhas e roupinhas da moda. A prática está se tornando cada vez mais comum, principalmente entre recém-casados.

“Antigamente as pessoas acreditavam que esses bichos não tinham sentimentos. De uns dez anos para cá, esse conceito tem mudado. Consequentemente, essa interação homem-animal também. Muitos dos que acreditavam que esses bichos serviam somente para proteção ou companhia passaram a ter inúmeras responsabilidades com os animais. É o que chamamos de posse responsável”, analisa o médico veterinário Gonçalo da Silva Moreno, proprietário de uma clínica veterinária em Cuiabá.

É assim que age o jovem casal Jussara Caroline Prata, de 30 anos, e Luciano Henrique Hilário, de 26. Donos do “Brad Pitt”, um pequenino cão da raça york shire, de um ano e oito meses, eles revelam que o tratamento dado ao animalzinho é o mesmo que a um filho, se tivessem. “Não chega a ser uma substituição da criança pelo animal, mas, sim, uma forma de suprir a vontade de ter um filho, já que ainda não temos”, conta Jussara, que trabalha durante o dia como esteticista.

“Como fico boa parte do tempo fora de casa, assim como meu marido, a preocupação com ele é uma constante. Penso sempre se ele está bem, se tomou água, se fez suas necessidades. E não vejo a hora de chegar em casa para receber o carinho dele”, diz Jussara, informando que desembolsa cerca de R$ 70 mensalmente com ração, tosa, passeios e brinquedos do pequeno Brad.

Apesar dos mimos, afirma a esteticista, jamais o animal ocupará o espaço de um filho. “Temos planos de em breve termos uma criança. Daí, o Brad vai virar cachorro mesmo”, brinca Jussara.

A esteticista revela que o cãozinho foi um presente do marido quando ele foi transferido de São José do Rio Preto, em São Paulo, para Cuiabá, há pouco mais de um ano. “A gente tinha recém casado. E para não ficar sozinha, meu marido resolveu dar o Brad, que tem sido um grande companheiro”, lembra, informando que está casada há três anos e que, durante um ano e meio, viveu praticamente sozinha com o Brad. “Cheguei a ficar deprimida e foi ele (Brad) quem sempre me trouxe alegria nos momentos de tristeza”, desabafa.

No Brasil, o percentual de donos que consideram seus bichos como membro da família é de 10%, apontando para uma crescente, segundo pesquisas da multinacional francesa Evialis, um dos maiores fabricantes de alimentos para animais de estimação no mundo. Na Europa e nos Estados Unidos esse percentual já chega a 30%.

São pessoas que movimentam uma fortuna em todo o mundo. Este ano, segundo a Associação dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação/ Evialis do Brasil e American Pet Products Association (APPA), os produtos para animais de estimação devem movimentar 92 bilhões de dólares no planeta. As informações foram publicadas pela revista Veja, na edição do dia 22 de julho.

O Brasil, que configura entre os seis maiores mercados mundiais de produtos e serviços para cães e gatos – atrás dos Estados Unidos, Inglaterra e Japão, empatado com Alemanha e França –, no mês passado foi palco do Congresso Internacional de Animais de Companhia, da Feira de Produtos – Pet Solt Américan e do Congresso Brasileiro da Associação de Clínicas de Pequenos Animais. “Esses eventos são como um ‘agronegócio’ da pet, movimentando milhões de dólares anualmente”, afirma o médico veterinário Gonçalo.

Reportagem: Dana Campos – Fonte: Diário de Cuiabá


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